quinta-feira, 6 de junho de 2013


O governo brasileiro tem como meta voluntária reduzir a expansão anual da área de desmatamento ilegal da Amazônia para 3,9 mil quilômetros quadrados em até sete anos. Com o balanço do ano passado, quando o governo comemorou a menor taxa de desmatamento registrada desde que o levantamento começou a ser feito, em 1988, ainda faltavam 4% para que a área ambiental alcançasse a meta, oito anos antes do prazo.

A taxa de desmatamento caiu 84% em relação ao índice registrado em 2004, ano em que o governo lançou programa (Paulo Santos/Interfoto/Divulgação)postado por assessor Bruno Miranda 
De acordo com as primeiras imagens registradas pelos satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), entre agosto de 2011 e julho de 2012, a área desmatada havia passado de 6,4 mil quilômetros quadrados para 4,6 mil quilômetros quadrados no período.

“Agora, o Brasil já atingiu 76% da meta voluntária da redução de desmatamento e cerca de 62% da meta voluntária total de redução de emissões [de gases de efeito estufa]”, acrescentou Izabella Teixeira.

O Brasil vem sendo destacado por autoridades internacionais em diversas conferências por se aproximar do cumprimento de compromissos voluntários de redução de emissões dos gases de efeito estufa (GEEs). A queda da taxa de desmatamento na Amazônia é apontada como o fator principal responsável pela aproximação da meta.

Em meio ao otimismo que marcou a reunião do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, que ocorre hoje (5), no Palácio do Planalto, o secretário executivo do grupo, Luiz Pinguelli Rosa, alertou que, “a partir de agora, o Brasil enfrentará dificuldade crescente para manter a taxa de redução elevada”. Pinguelli Rosa, diretor do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ), destacou que será preciso ampliar os focos de ação para manter o ritmo de avanço que vem sendo registrado pelo país.

“É preciso monitorar outros biomas, além das florestas, como o Cerrado”, sugeriu. Pinguelli Rosa também destacou que o país tem a vantagem energética com relação à sustentabilidade, porque, pelo menos 45% da matriz brasileira é composta por fontes renováveis de energia, como as hidrelétricas.

“Mas temos alguns problemas. O etanol chegou a superar a gasolina no período de estímulo às vendas de carros flex, mas recuou. Temos uma forte entrada de [energia] eólica e hidrelétricas, mas as hidrelétricas ainda precisam ser complementadas por termelétricas [fonte que emite mais GEEs e produz energia mais cara]”, acrescentou.

Pinguelli Rosa defendeu maiores investimentos em tecnologia e inovação no país. Segundo ele, a prioridade para essas áreas e a desburocratização das relações entre empresas e universidades federais brasileiras podem evitar ameaças aos avanços que o país vem registrando na luta contra o desmatamento e pela redução da emissões de gases nocivos.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Eduardo diz que recursos de obras não são de quem está no poder. Mas placas e publicidade demarcam paternidade

DP
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Em Pesqueira, no Agreste, a 216 quilômetros do Recife: dia seguinte à assinatura da ordem de serviço da primeira etapa da Adutora do Agreste.
A obra promete abastecer 68 cidades da região, onde vivem 2 milhões de pessoas. À água virá da Transposição do São Francisco.
No total, estão estimados R$ 2,3 bilhões de recursos. Os investimentos são federais e também do estado.
A cerimônia de assinatura reuniu o governador Eduardo Campos e o ministro Fernando Bezerra Coelho, da Integração Nacional.
Bezerra, garantiu a “presença” de Dilma Rousseff no ato que lotou o salão de um hotel em Pesqueira, atraiu prefeitos e lideranças da região.
O ministro fez o “contraponto” ao clima de campanha pró-Eduardo instalado no local pelo deputado Guilherme Uchoa (PDT), presidente do Legislativo estadual.
Uchoa, que pareceu fazer um discurso de “encomenda”, encheu o governador presidenciável de elogios e afirmou que a experiência do governo de Pernambuco merece ser estendida ao país.
As falas, inclusive as de Eduardo, trataram se destacar o empenho do estado em viabilizar a obra, mas houve também reconhecimento do papel da presidente Dilma.
O governador chegou a agradecer a confiança da petista em delegar ao estado a execução do projeto.
O clima, pelo menos publicamente, era de bandeira  branca entre Eduardo e sua intenção de concorrer ao Planalto e Bezerra e sua defesa da manutenção da aliança entre PT e PSB em torno da reeleição de Dilma em 2014.
Ambos “os lados” reconheceram o esforço conjunto das equipes do ministério e do estado para tirar o projeto do papel.
O ministro, diante da situação onde havia apenas dois petistas – o secretário de Transportes Isaltino Nascimento e o deputado Odacy Amorim – destacou os repasses federais para o estado desde o governo Lula e ao longo da gestão de Dilma.
Embora até então não tivesse sido tratada, Bezerra demarcou, no seu discurso, a paternidade federal em ações no estado.
A origem do recursos – afinal públicos, bancados pelo contribuinte – ocupou a fala do governador apenas na entrevista concedida após o evento.
Questionado como seria construir um discurso para uma possível candidatura ao Planalto mesmo estando executando projetos em parceria com Dilma, Eduardo sublinhou o aspecto da paternidade.
Disse que a população sabe que os recursos são do povo e não de quem está no poder.
E que o dinheiro do estado não é do governador e nem o dinheiro federal é da presidente.
Ou seja, o posicionamento não foi feito em confronto ao ministro, mas em resposta a uma pergunta na coletiva.
Aliás, embora vivam um momento de desconfiança por conta dos planos dissonantes em relação a 2012, Eduardo e Bezerra mantiveram a sintonia em público.
O ministro não poupou elogios à capacidade e a articulação política do governador.
Ainda na resposta sobre a possível contradição em querer a cadeira de Dilma emnbora mantenha parcerias exitosas com a petista, Eduardo reiterou que não trata de sucessão presidencial e que o assunto não está na sua agenda ou na do PSB
Declarou que o PSB está tranqüilo e tem unidade para discutir 2014 em 2014.
Ele questionou, porém, porque, mesmo dispondo de tempo, existe uma aflição para que o PSB decida agora o que fará em 2014.
E, sem afirmar de onde parte a reação, disse que há até mesmo truculência em relação à conduta do partido presidido nacionalmente por ele.
“Por que essa ansiedade, por que essa truculência muitas vezes? Isso é um direito democrático (debater o país)”.
A aflição certamente está entre petistas que têm se incomodado com as articulações de Eduardo rumo a 2014.
O governador, no entanto, não quis indicar a autoria da truculência.
Após a assinatura da ordem de serviço da adutora antecipou a contradição que o governador socialista viverá em 2014, caso confirme sua candidatura.
Obras como as que serão executadas no Agreste têm selo da aliança PT e PSB. E como dizer ao eleitor que irá “fazer mais” se em boa parte das obras tem recursos verde amarelos?
Ainda que a população saiba que o dinheiro é público, como diz Eduardo, sobram placas e anúncios repletos de referências a quem está executando os projetos.
Ah, no final da cerimônia, encontrei com Bezerra. Ele parecia satisfeito com a missão de ter marcado terreno em favor de Dilma.
Ao se despedir, repetiu números de repasses federais para Pernambuco. “Agora é que vem mais”, disse.
Eduardo Campos mostra preocupação com criação de novos municípios
Defensor de revisão no pacto federativo, Eduardo Campos diz que é preciso criar as condições necessárias para aplicar a lei (Aluisio Moreira/SEI)
postado por assessor do blog Bruno Miranda

Defensor dos debates em torno de um novo Pacto Federativo, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), demonstrou preocupação com o projeto aprovado ontem (4) na Câmara Federal e que segue ao Senado sobre a criação de novos municípios. O socialista defendeu que, antes de criar novas cidades, é preciso dar uma estrutura necessária as que já existem, a exemplo da melhor distribuição de recursos e da contratação e qualificação de funcionários públicos. “É uma ilusão, que muitas vezes trabalham na cabeça da população, de que, criando um município, vai melhorar a situação da população. Isto não é uma verdade absoluta”, o governador nesta quarta-feira (5) depois do Plano de Aplicação para o Desenvolvimento Sustentável na Secretaria de Planejamento.

Sérgio Guerra destaca crescimento do PSDB no Estado












postado por assessor do blog Bruno Miranda 

Em entrevista nesta terça-feira (4) às rádios Caruaru FM e Liberdade, o presidente estadual do PSDB, deputado Sérgio Guerra, destacou, entre outros, o crescimento da sigla no Estado. Segundo ele, o partido obteve nas eleições municipais de 2012 cerca de 800 mil votos, índice superior ao do PT, PMDB e PTB, que tiveram menos de 400 mil.

Sobre sucessão presidencial, Sérgio Guerra atribuiu a antecipação da campanha eleitoral ao ex-presidente Lula (PT) e à presidente Dilma Rousseff (PT), e reafirmou que a "única obrigação" do PSDB, neste momento, é fortalecer suas chapas para as eleições de deputado federal e estadual.

O líder dos tucanos confirmou a candidatura a deputado estadual do caruaruense Diogo Cantarelli, projeto que, segundo ele, reforça os planos do PSDB de aumentar sua bancada estadual, que hoje conta com seis parlamentares.

Por fim, Guerra lembrou que também é prioridade para a executiva estadual do PSDB dobrar sua representação na Câmara Federal. Além dele próprio, o deputado falou que Daniel Coelho, Bruno Araújo e Guilherme Coelho são os candidatos do partido a uma vaga no Congresso Nacional.
Escrito por Magno Martins

Professores da rede privada de Pernambuco deflagram greve



 
 postado poar assessor do blog Bruno Miranda


Os professores da rede privada de Pernambuco decidiram, na manhã desta quarta-feira (5), deflagrar greve. Segundo o Sindicato dos Professores de Pernambuco (Sinpro-PE) a paralisação já começa a partir desta tarde. A greve foi determinada em votação unânime dos cerca de 300 educadores presentes no encontro.

As reivindicações da classe incluem reajuste salarial de 10%, unificação dos pisos em R$ 12,00 a hora/aula, vale-alimentação para todos os profissionais, assinaturas de jornais e revistas nas salas dos professores e convênios e planos de saúde. Outra reclamação é pelo pagamento da hora-atividade.

O encontro aconteceu no Centro Social da Soledade, centro do Recife. Após a votação os professores sairam em caminhada pela Avenida Conde da Boa Vista até a sede do Sinpro-PE, na Rua Almeida Cunha. A paralisação deve afetar as aulas de pelo menos 500 mil estudantes no Estado.

Blog do Jamildo
Afinal de contas qual o lado politico de Julio Lossio?


postado por assessor do blog Bruno Miranda 

Nas eleições de 2010, o recém chegado à política Julio Lossio, a pouco mais de um ano no poder, foi enfático em afirmar que apoiaria Jarbas Vasconcelos para governador e José Serra para presidente da república porque era político que tinha lado, que era fiel aos seus "caciques". 

Além de Jarbas e Serra, seu mix continha, Raul Jungman, Marco Maciel, Osvaldo Coelho e Vilmar Capellaro. Vale lembrar que os seus candidatos foram todos fragorosamente derrotados nas urnas.

Hoje, após três eleições, duas nas quais concorreu como candidato e uma que coordenou à nível regional, Lossio está no meio termo. Ao mesmo tempo que se diz ainda aliado de Osvaldo Coelho, já não escuta mais Jarbas e está cada vez mais próximo do arqui-inimigo de ambos, o Partido dos Trabalhadores.

Afinal de contas, qual é o lado do prefeito de Petrolina Julio Lossio? Seu partido em nível estadual está alinhado hoje à Eduardo Campos, tão criticado por Lossio, e em nível nacional tem Michel Temer como vice presidente da república, do qual o prefeito de Petrolina faz questão de demonstrar que é seu aliado desde pequeninho, mesmo que, se dependesse dele, quem estaria na vice-presidência seria o Índio da Costa, lembram dele?

Será se o prefeito de Petrolina irá romper com o seu mentor político Osvaldo Coelho ou irá apenas receber um free day, para se aliar ao PT? Dentro do seu próprio partido, o PMDB, há uma tentativa de mantê-lo afinado com o pensamento do senador Jarbas, do deputado Raul Henry e da direção pemedebista no estado, até porque Lossio tem nas mãos a prefeitura mais importante do partido em Pernambuco. O petrolinense é um quadro estratégico.

É certo que em nosso país, com partidos de "mentirinha", vale quase tudo no jogo político. Estamos todos nós acostumados com as mudanças de lado de nossos representantes públicos. Entretanto, pelo menos neste momento, o prefeito Julio Lossio está em cima do muro, ou melhor, está com um pé na frente e outro atrás, está servindo a "dois senhores".

Nas eleições de 2014, o prefeito ficará com Osvaldo Coelho e seu filho Guilherme que é inclusive o seu vice-prefeito ou subirá no palanque da reeleição de Dilma Rousseff, andando lado a lado com Isabel Cristina e Odacy Amorim? Vamos esperar alguma postagem de Lossio em seu twitter ou facebook.

LAGOA GRANDE: Pedido de Cassação de Diploma contra atual prefeito foi adiado

postado por assessor bruno miranda 

O recurso que estava sendo julgado na tarde desta terça-feira (04) contra o prefeito Dhonikson Amorim e seu vice Roque Cagliari foi adiado.

Relator (a): Desembargador Eleitoral Janduhy Finizola da Cunha Filho
Recorrente(s): Rose Mary de Oliveira Garziera
Recorrido(s): Dhonikson do Nascimento Amorim, Roque Cagliari


Assunto:

Recurso contra expedição de 
diploma
 - Cargo - Prefeito - vice-prefeito - Fraude eleitoral - Substituição de candidato - Pedido de CASSAÇÃO DE DIPLOMA.

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