terça-feira, 11 de junho de 2013

Em Lagoa Grande (PE), vice-prefeito compra do próprio bolso medicamentos para abastecer postos de saúde

Roque ok
Informações do Blog do Carlos Britto
A situação pela qual passa a saúde pública em Lagoa Grande (PE), no Sertão do São Francisco, levou o vice-prefeito Roque Cagliari (PSDB) a tomar uma decisão pouco convencional: tirou do próprio bolso dinheiro para comprar medicamentos de controle à hipertensão e diabetes e os doou a postos de saúde do município.
“Eu comprei com meu dinheiro os remédios contra hipertensão e diabetes e abasteci os PSFs 3 e 4”, informou ao Blog o vice-prefeito. Resta saber se o atual prefeito, Dhoni Amorim (PSB), também aprovará a boa intenção de Roque. Até porque, por mais bem intencionado que tenha sido, ele acabou expondo ainda mais os problemas no setor. (Com informações de Fábio Cardoso/para o Blog)

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Caminho sem volta

DSC03384postado por assessor do blog Bruno Miranda
O governador Eduardo Campos (PSB-PE), relatando a um político do Nordeste por que vai ser candidato a presidente: o PSB não tem tamanho no Congresso para que ele assuma qualquer posição relevante no Senado.
Exclusividade do Colunista, Ilimar Franco – O Globo

domingo, 9 de junho de 2013

Kassab oferece PSD a Bezerra para disputar o governo
 Jogando com o PT nacional, o presidente do PSD, Gilberto Kassab, está oferecendo seu partido ao ministro Fernando Bezerra (Integração Nacional), em choque com o PSB de Eduardo Campos. Já o governador Eduardo Campos (PSB-PE), relata a um político do Nordeste por que vai ser candidato a presidente: ''O PSB não tem tamanho no Congresso para que ele assuma qualquer posição relevante no Senado''. As informações são de Lauro Jardim, na sua coluna de VEJA.

Por sua vez, Cláudio Humberto, na sua coluna deste domingo, fala também na candidatura de Eduardo e de Aécio, destacando a estratégia de ambos no ataque cerrado à presidente Dilma. Sob o título 'Aécio aproveita racha no PMDB para buscar apoio', o colunista diz na sua nota de hoje:
''Virtual candidato do PSDB à Presidência, o senador Aécio Neves (MG) tem procurado grupo dissidente do PMDB no Senado para tentar costurar aliança para 2014. Durante as conversas, ele engrossa o coro dos descontentes, acusando o governo Dilma de “maltratar” aliados e garante que – com a candidatura de Marina Silva e Eduardo Campos (PSB) – a oposição tem 80% de chance de ir a segundo turno. Aécio também tem procurado lideranças do PMDB dos doze Estados contrários à reedição da aliança com o PT em 2014. A bancada do PMDB-RS, que apoiou o tucano José Serra em 2010, garante que não há menor chance se aliar a Aécio Neves.''


O tucanato botou o dinheiro para trabalhar
Elio Gaspari – O Globo
Com os juros a 8%, FHC saiu da paz da renda fixa, que durante seu governo pagava 26,6%, e foi para a produção. A repórter Vera Magalhães publicou uma informação que encheu de júbilo o comissariado petista. Fernando Henrique Cardoso, dois de seus ex-ministros e mais seis sócios criaram uma empresa que investirá num empreendimento imobiliário. Chama-se Sarlat e tem R$ 1,9 milhão de capital, com R$ 222 mil dele.
O ex-presidente explicou: 'É difícil encontrar investimento em renda fixa que dê alguma coisa'.
Investimento em renda fixa é aquele em que o sujeito fica em casa e seu dinheiro rende os juros fixados pelo Banco Central. Durante o tucanato, esse tipo de aplicação rendeu, na média, 26,6% ao ano, com um pico de 45%. Hoje, a Selic paga 8%.
Em 1995, quem botava dinheiro em fundos de renda fixa nos Estados Unidos faturava 10,9%. Em Pindorama, naquele ano, renderam 18% em valores reais.
FHC tem toda razão: 'É difícil encontrar investimento em renda fixa que dê alguma coisa'. Portanto, é melhor botar o dinheiro para trabalhar.
Os tucanos da Sarlat mostraram que confiam no país e patrocinaram uma linda peça de propaganda para a doutora Dilma
Namorados: concorra a um fim de semana no Portal de Gravatá


No Dia dos Namorados, no próximo dia 12, este blog e o programa Frente a Frente, da Rede Nordeste de Rádio, fazem uma promoção de arromba: o sorteio de um fim de semana no hotel Portal de Gravatá, em Gravatá, para o casal.
Para concorrer, basta você deixar o seu nome entrando nos comentários abaixo da postagem. E boa sorte! O sorteio será ao vivo no Frente a Frente, da mesma forma como fizemos com os convites para o espetáculo da Paixão de Cristo, em Nova Jerusalém.
Senado: projeto transfere feriados para as sextas

Na terça-feira (11/06), a Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) do Senado, deve votar projeto que pode oficializar o 'feriadão' no Brasil. De acordo com o projeto, devem ser comemorados nas sextas-feiras os feriados que caírem nos demais dias da semana, excetuando-se os que ocorrerem nos sábados e domingos e os dos dias 1º de janeiro (Confraternização Universal), 7 de Setembro (Independência) e 25 de dezembro (Natal), ressalvados os feriados estaduais e municipais.

A proposição recebeu emenda do senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), para estabelecer que os feriados de 12 de outubro (Dia de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil) e do dia de Corpus Christi sejam comemorados na própria data.
O relatório do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) foi favorável ao PLC 108/2009, do deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), acolhendo a emenda oferecida pelo senador Antônio Carlos Valadares, e pela rejeição do PLC 296, de 2009, do deputado Milton Monti (PR-SP), que tramita em conjunto e sugere antecipar os feriados para a segunda-feira.
Em sua justificação, o autor do projeto salienta que feriados no meio da semana causam transtornos e prejuízos à economia do país, principalmente ao comércio. Segundo o relator, o deslocamento dos feriados para a sexta-feira permitiria às empresas 'um melhor planejamento de suas atividades, o que minimizaria as perdas decorrentes da interrupção'. Além disso, destaca Cássio Cunha Lima, feriados adiados 'permitiriam aos trabalhadores o benefício de usufruir período contínuo e prolongado de descanso.'
Serão realizadas duas votações nominais, uma para o projeto e outra para a emenda. A reunião será na ala senador Alexandre Costa, sala 15, às 10h. (Com informações da Agência Senado)
Congresso prepara armadilhas contra Dilma
FOLHA DE S.PAULO - NATUZA NERY

 Depois de semanas colecionando más notícias na articulação política e no desempenho da economia, Dilma Rousseff se prepara para enfrentar o que chama de 'cilada' no Congresso Nacional. Trata-se do projeto que permite derrubar, com facilidade, vetos presidenciais e da proposta que obriga o Tesouro Nacional a liberar R$ 10 milhões a R$ 15 milhões por ano a cada parlamentar.

O 'Orçamento impositivo' tira do Executivo a prerrogativa de barrar liberações de recursos e de definir para qual congressista a verba é destinada por meio de emendas parlamentares.
'Todos os últimos governos passaram mandatos contingenciando o ovo, agora vão perder a galinha', disse à Folha Eduardo Cunha (RJ), líder do PMDB na Câmara. Distribuição de cargos e emendas são os principais instrumentos de articulação política, sobretudo quando a base de apoio é heterodoxa.
A obrigação de pagar valor fixo a deputados e senadores mudaria a relação política do Executivo com o Congresso, pois, nesse quesito, um oposicionista teria peso semelhante ao de um aliado.
Nos bastidores, a medida é apelidada no PMDB de 'Lei Áurea'. Já a proposta dos vetos, raramente revistos na norma atual, ganhou a jocosa alcunha 'Lei do Ventre Livre', em referência à libertação dos filhos de escravos que antecedeu a Abolição.
'Estou aqui há 42 anos, e há 42 anos é essa humilhação de pedir emenda. A caneta do governo é viciada. Vai deixar de ter chantagem de parlamentar que só vota se tiver liberação [da verba]', disse o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que propõe emenda impositiva fixada em R$ 10 milhões. 

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