Além de cortar os "baladeiros" do grupo, a diretoria do Palmeiras está preocupada com as informações internas do departamento de futebol que chegam à imprensa. A ordem é cortar o indesejado informante, responsável por revelar a crise do final de semana que custou as cabeças do técnico Antônio Carlos Zago e do centroavante Robert.
"É difícil saber de onde vem esse informante, ruim que tenha surgido desta forma na mídia. Vamos tentar achar essa pessoa. No futebol, acontecem muitas coisas. Independentemente de ter virado algo público, o fato foi grave", avisou o vice de futebol Gilberto Cipullo.
O próprio Antônio Carlos, antes de ser demitido, pediu uma investigação detalhada para saber quem é o responsável por passar informações aos jornalistas. O treinador alega que as turbulências prejudicam o trabalho no Palestra Itália.
Por outro lado, o Palmeiras também carrega um certo complexo de perseguição nas últimas temporadas. Gilberto Cipullo reclama da repercussão dos fatos extraordinários do Palestra Itália.
"Eu acredito que aqui a publicidade é maior do que em outros clubes. Vemos situações semelhantes em várias equipes que não chegam a esse nível", reclamou o dirigente.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira que as negociações com o Irã podem "voltar à estaca zero" caso os membros do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) não aceitem discutir com Teerã o programa nuclear do país.
"O Irã aceitou se sentar à mesa de negociação. Agora depende do Conselho de Segurança da ONU, porque, se não se sentar para negociar, vai voltar à estaca zero", disse o presidente durante o discurso de encerramento de um seminário sobre economia em Madri, nesta quarta-feira.
Em suas primeiras declarações sobre a questão iraniana desde que os membros permanentes do Conselho de Segurança anunciaram estarem trabalhando em uma quarta rodada de sanções contra o país, Lula afirmou que a falta de diálogo com Teerã pode levar a "problemas sérios".
O presidente disse também que o cenário da política internacional necessita de novos protagonistas. "É preciso mais atores, mais negociadores. Se a ONU continuar assim, vai ter problemas sérios".
"O Irã aceitou se sentar à mesa de negociação. Agora depende do Conselho de Segurança da ONU, porque, se não se sentar para negociar, vai voltar à estaca zero", disse o presidente durante o discurso de encerramento de um seminário sobre economia em Madri, nesta quarta-feira.
Em suas primeiras declarações sobre a questão iraniana desde que os membros permanentes do Conselho de Segurança anunciaram estarem trabalhando em uma quarta rodada de sanções contra o país, Lula afirmou que a falta de diálogo com Teerã pode levar a "problemas sérios".
O presidente disse também que o cenário da política internacional necessita de novos protagonistas. "É preciso mais atores, mais negociadores. Se a ONU continuar assim, vai ter problemas sérios".
Dossiê do Amianto é votado hoje na Câmara dos Deputados
A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados vota hoje (19) o relatório conclusivo do Grupo de Trabalho (GT) criado para diagnosticar o uso do amianto no país. Depois de quase dois anos de trabalho, o relator do GT, o deputado federal baiano Edson Duarte, líder do PV na Câmara, conclui que a melhor solução para o Brasil é banir o amianto.
O relatório, nomeado “Dossiê amianto Brasil”, tem quase 700 páginas. Resulta de um trabalho que incluiu visita a todas as minerações desativadas e a única em atividade no país; entrevistas com técnicos, especialistas, autoridades do Governo, empresários, trabalhadores e ex-trabalhadores do setor; visitas às empresas que usam o amianto e àquelas que fizeram sua substituição por fibras alternativas.
Ao ser manipulado o amianto dispersa fibras no ar. Elas são absorvidas na respiração, alojam-se nos pulmões, e provocam doenças como a asbestose, câncer de pulmão, mesotelioma de pleura e doenças pleurais. Os sintomas desses males demoram até dez anos para se manifestar e nem sempre é feito o nexo causal pelos médicos.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) não existe limite para se contrair as doenças do amianto,que é cancerígeno em qualquer quantidade. No Brasil os números dos doentes devido ao amianto são ocultados, evitando assim que a sociedade saiba dos riscos que corre e impedindo o Governo de tomar uma atitude mais firme com relação ao assunto.
O relatório, nomeado “Dossiê amianto Brasil”, tem quase 700 páginas. Resulta de um trabalho que incluiu visita a todas as minerações desativadas e a única em atividade no país; entrevistas com técnicos, especialistas, autoridades do Governo, empresários, trabalhadores e ex-trabalhadores do setor; visitas às empresas que usam o amianto e àquelas que fizeram sua substituição por fibras alternativas.
Ao ser manipulado o amianto dispersa fibras no ar. Elas são absorvidas na respiração, alojam-se nos pulmões, e provocam doenças como a asbestose, câncer de pulmão, mesotelioma de pleura e doenças pleurais. Os sintomas desses males demoram até dez anos para se manifestar e nem sempre é feito o nexo causal pelos médicos.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) não existe limite para se contrair as doenças do amianto,que é cancerígeno em qualquer quantidade. No Brasil os números dos doentes devido ao amianto são ocultados, evitando assim que a sociedade saiba dos riscos que corre e impedindo o Governo de tomar uma atitude mais firme com relação ao assunto.
Vereadora Jane: “Do lado do povo
O prefeito Isaac Carvalho (PCdoB) parece não estar tendo apoio nem dos vereadores que compõem a base aliada na Câmara. Diante dos ataques da oposição, são poucos os que se pronunciam em defesa de Isaac.
A vereadora da base aliada, Janeleide Pereira (PSL), a ‘Jane’, em seu pronunciamento durante a sessão da Câmara de Vereadores na noite de ontem (18), além de criticar a situação do bairro João Paulo II, disse apenas que era “vereadora de posição” ao ser questionada de qual bancada fazia parte. “Sou vereadora de posição. Estou do lado do povo”, disse.
A vereadora foi ainda mais crítica e disse que o único prefeito que fez alguma coisa pelo seu bairro foi Misael Aguilar. “Tudo que temos no bairro foi feito na administração do ex-prefeito Misael Aguilar”.
A vereadora da base aliada, Janeleide Pereira (PSL), a ‘Jane’, em seu pronunciamento durante a sessão da Câmara de Vereadores na noite de ontem (18), além de criticar a situação do bairro João Paulo II, disse apenas que era “vereadora de posição” ao ser questionada de qual bancada fazia parte. “Sou vereadora de posição. Estou do lado do povo”, disse.
A vereadora foi ainda mais crítica e disse que o único prefeito que fez alguma coisa pelo seu bairro foi Misael Aguilar. “Tudo que temos no bairro foi feito na administração do ex-prefeito Misael Aguilar”.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Oposição vai à Justiça contra discurso de Lula na TV
A oposição enxergou no último pronunciamento televisivo de Lula uma peça de campanha em favor da candidata oficial Dilma Rousseff.
Associados à candidatura oposicionista de José Serra, PSDB, DEM e PPS decidiram reagir. Acionaram as respectivas assessorias jurídicas.
Pretende-se protocolar no TSE mais uma representação contra Lula, acusando-o de usar a rede de rádio e TV oficial para fazer campanha ilegal.
Entre as frases pronunciadas por Lula, uma das que mais abespinharam a oposição foi a seguinte:
“Olhando para o calendário, meu período de governo está chegando ao fim. Mas algo me diz que este modelo de governo está apenas começando”.
Para o vice-líder tucano Alvaro Dias (PR), Lula não fez senão "utilizar da máquina pública para fazer o proselitismo eleitoral. A campanha foi explícita".
Presidente do PSDB e coordenador da campanha de Serra, Sérgio Guerra (PE) viu na fala de Lula "mais uma etapa" na ofensiva pró-Dilma.
O presidente do PPS, Roberto Freire, avalia que a oposição deve requerer à Justiça espaço equivalente ao que Lula usou na TV, para rebater o discurso.
A oposição já protocolou no TSE uma dúzia de ações contra o presidente. Obteve êxito em duas. Numa, Lula foi multado em R$ 5 mil. Noutra, R$ 10 mil.
A nova representação talvez não prospere. O expectador mais atento notou que Lula, de fato, fez campanha dissimulada.
O problema é que a dissimulação foi muito bem feita. Não houve menção ao nome de Dilma. Lula tampouco pronunciou o vocábulo “eleição”.
A mensagem contunuísta foi, por assim dizer, embrulhada num pacote que os juízes do TSE bem podem considerar como mero balanço de governo. A ver.
Associados à candidatura oposicionista de José Serra, PSDB, DEM e PPS decidiram reagir. Acionaram as respectivas assessorias jurídicas.
Pretende-se protocolar no TSE mais uma representação contra Lula, acusando-o de usar a rede de rádio e TV oficial para fazer campanha ilegal.
Entre as frases pronunciadas por Lula, uma das que mais abespinharam a oposição foi a seguinte:
“Olhando para o calendário, meu período de governo está chegando ao fim. Mas algo me diz que este modelo de governo está apenas começando”.
Para o vice-líder tucano Alvaro Dias (PR), Lula não fez senão "utilizar da máquina pública para fazer o proselitismo eleitoral. A campanha foi explícita".
Presidente do PSDB e coordenador da campanha de Serra, Sérgio Guerra (PE) viu na fala de Lula "mais uma etapa" na ofensiva pró-Dilma.
O presidente do PPS, Roberto Freire, avalia que a oposição deve requerer à Justiça espaço equivalente ao que Lula usou na TV, para rebater o discurso.
A oposição já protocolou no TSE uma dúzia de ações contra o presidente. Obteve êxito em duas. Numa, Lula foi multado em R$ 5 mil. Noutra, R$ 10 mil.
A nova representação talvez não prospere. O expectador mais atento notou que Lula, de fato, fez campanha dissimulada.
O problema é que a dissimulação foi muito bem feita. Não houve menção ao nome de Dilma. Lula tampouco pronunciou o vocábulo “eleição”.
A mensagem contunuísta foi, por assim dizer, embrulhada num pacote que os juízes do TSE bem podem considerar como mero balanço de governo. A ver.
A oposição enxergou no último pronunciamento televisivo de Lula uma peça de campanha em favor da candidata oficial Dilma Rousseff.
Associados à candidatura oposicionista de José Serra, PSDB, DEM e PPS decidiram reagir. Acionaram as respectivas assessorias jurídicas.
Pretende-se protocolar no TSE mais uma representação contra Lula, acusando-o de usar a rede de rádio e TV oficial para fazer campanha ilegal.
Entre as frases pronunciadas por Lula, uma das que mais abespinharam a oposição foi a seguinte:
“Olhando para o calendário, meu período de governo está chegando ao fim. Mas algo me diz que este modelo de governo está apenas começando”.
Para o vice-líder tucano Alvaro Dias (PR), Lula não fez senão "utilizar da máquina pública para fazer o proselitismo eleitoral. A campanha foi explícita".
Presidente do PSDB e coordenador da campanha de Serra, Sérgio Guerra (PE) viu na fala de Lula "mais uma etapa" na ofensiva pró-Dilma.
O presidente do PPS, Roberto Freire, avalia que a oposição deve requerer à Justiça espaço equivalente ao que Lula usou na TV, para rebater o discurso.
A oposição já protocolou no TSE uma dúzia de ações contra o presidente. Obteve êxito em duas. Numa, Lula foi multado em R$ 5 mil. Noutra, R$ 10 mil.
A nova representação talvez não prospere. O expectador mais atento notou que Lula, de fato, fez campanha dissimulada.
O problema é que a dissimulação foi muito bem feita. Não houve menção ao nome de Dilma. Lula tampouco pronunciou o vocábulo “eleição”.
A mensagem contunuísta foi, por assim dizer, embrulhada num pacote que os juízes do TSE bem podem considerar como mero balanço de governo. A ver.
Associados à candidatura oposicionista de José Serra, PSDB, DEM e PPS decidiram reagir. Acionaram as respectivas assessorias jurídicas.
Pretende-se protocolar no TSE mais uma representação contra Lula, acusando-o de usar a rede de rádio e TV oficial para fazer campanha ilegal.
Entre as frases pronunciadas por Lula, uma das que mais abespinharam a oposição foi a seguinte:
“Olhando para o calendário, meu período de governo está chegando ao fim. Mas algo me diz que este modelo de governo está apenas começando”.
Para o vice-líder tucano Alvaro Dias (PR), Lula não fez senão "utilizar da máquina pública para fazer o proselitismo eleitoral. A campanha foi explícita".
Presidente do PSDB e coordenador da campanha de Serra, Sérgio Guerra (PE) viu na fala de Lula "mais uma etapa" na ofensiva pró-Dilma.
O presidente do PPS, Roberto Freire, avalia que a oposição deve requerer à Justiça espaço equivalente ao que Lula usou na TV, para rebater o discurso.
A oposição já protocolou no TSE uma dúzia de ações contra o presidente. Obteve êxito em duas. Numa, Lula foi multado em R$ 5 mil. Noutra, R$ 10 mil.
A nova representação talvez não prospere. O expectador mais atento notou que Lula, de fato, fez campanha dissimulada.
O problema é que a dissimulação foi muito bem feita. Não houve menção ao nome de Dilma. Lula tampouco pronunciou o vocábulo “eleição”.
A mensagem contunuísta foi, por assim dizer, embrulhada num pacote que os juízes do TSE bem podem considerar como mero balanço de governo. A ver.
Em Pernambuco, Lula leva Dilma a solenidade oficial
Lula exibirá Dilma Rousseff numa solenidade oficial, em Pernambuco.
Juntos, o cabo eleitoral e a candidata vão “batizar”, nesta sexta (7), o primeiro navio produzido no Estaleiro Atlântico Sul, assentado no porto de Suape.
À época em que Dilma ainda chefiava a Casa Civil, o Planalto encomendara à Advocacia-Geral da União um parecer.
No texto, informou-se que ministros que trocassem a Esplanada pelos palanques poderiam participar de eventos oficiais na fase de pré-campanha.
A despeito disso, em combinação com Lula, Dilma vinha evitando o cruzamento da agenda de campanha com atos governamentais.
A aparição desta sexta será a primeira exceção. Ocorre justamente no instante em que o rival José Serra ganha um palanque em Pernambuco.
Lula e Dilma desembarcaram em Recife, em vôos separados, na noite passada. Horas antes, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) anunciara que disputará o governo do Estado.
Juntos, o cabo eleitoral e a candidata vão “batizar”, nesta sexta (7), o primeiro navio produzido no Estaleiro Atlântico Sul, assentado no porto de Suape.
À época em que Dilma ainda chefiava a Casa Civil, o Planalto encomendara à Advocacia-Geral da União um parecer.
No texto, informou-se que ministros que trocassem a Esplanada pelos palanques poderiam participar de eventos oficiais na fase de pré-campanha.
A despeito disso, em combinação com Lula, Dilma vinha evitando o cruzamento da agenda de campanha com atos governamentais.
A aparição desta sexta será a primeira exceção. Ocorre justamente no instante em que o rival José Serra ganha um palanque em Pernambuco.
Lula e Dilma desembarcaram em Recife, em vôos separados, na noite passada. Horas antes, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) anunciara que disputará o governo do Estado.
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